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Gigantes que se contorcem: Hubble registra efeito de lentes gravitacionais

A imagem feita pelo telescópio espacial Hubble, uma cooperação da Nasa e da ESA, mostra a galáxia LRG-3-817, também conhecida como SDSS J090122.37+181432.3, com sua imagem distorcida pelos efeitos das lentes gravitacionais, como um longo arco à esquerda do aglomerado central de galáxias.

Gigantes que se contorcem: Hubble registra efeito de lentes gravitacionais

A lente gravitacional ocorre quando uma grande distribuição de matéria, como um aglomerado de galáxias, fica entre a Terra e uma fonte de luz distante: como o Espaço é deformado por objetos massivos, a luz do objeto distante se curva enquanto viaja até nós e vemos uma imagem distorcida dela. Esse efeito foi previsto pela primeira vez pela Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein.

As lentes gravitacionais fortes fornecem uma oportunidade para estudar propriedades de galáxias distantes, uma vez que o telescópio Hubble pode resolver detalhes dentro dos arcos múltiplos que são um dos principais resultados das lentes gravitacionais: uma consequência importante da distorção da lente é a ampliação, permitindo os cientistas observarem objetos que, de outra forma, estariam muito distantes e fracos para serem vistos.

O telescópio Hubble usa esse efeito de ampliação para estudar objetos além da sensibilidade de seu espelho primário de 2,4 metros de diâmetro, mostrando-nos as galáxias mais distantes que a humanidade já encontrou.

Foto: ESA/Hubble & Nasa, S. Allam et al.

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