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Curiosidades sobre terror ‘A Maldição do Queen Mary’, que estreia esta semana

Filme de terror inspirado nas histórias do navio Queen Mary chega aos cinemas nesta quinta-feira, 14 de dezembro.

O Queen Mary foi frequentado por gerações de ricos e famosos, mas seu legado notável esconde segredos violentos. O terror A Maldição do Queen Mary, que chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta-feira, 14 de dezembro, é inspirado nas histórias do navio temido como um dos lugares mais assombrados do mundo.

Conheça algumas curiosidades sobre A Maldição do Queen Mary e a história do navio.

A Maldição do Queen Mary é o primeiro longa de terror inteiramente filmado no navio, que está atracado desde 1967 em Long Beach, na Califórnia. No filme, quando Anne (Alice Eve), seu marido e o filho Lukas embarcam no navio, uma série de eventos aterrorizantes entrelaçam a família com o passado sombrio do Queen Mary.

O Queen Mary é tão impressionante quanto pode se esperar de um navio feito pela mesma empresa que o Titanic. Sua construção teve início em 1930 e foi concluída em 1936. Em maio de 1936, o Queen Mary fez sua sua viagem inaugural, saindo do porto de Southampton, na Inglaterra, rumo à Nova York. Ele foi reconhecido como o maior transatlântico do mundo, transportando personalidades famosas, de membros da realeza à celebridades de Hollywood. O navio também foi usado durante a Segunda Guerra Mundial.

A Maldição do Queen Mary, filme de terror inspirado nas histórias do navio Queen Mary, chega aos cinemas nesta quinta-feira, 14 de dezembro
Diamond Films Brasil (cortesia)

A reputação do Queen Mary como um dos lugares mais assombrados do mundo é resultado de diversas histórias trágicas e macabras que supostamente aconteceram no navio. No local há uma placa com o nome de todas as pessoas que morreram a bordo. Relatos sobre atividades paranormais, mortes e assombrações inspiraram o terror A Maldição do Queen Mary e seus personagens.

Os relatos afirmam que pelo menos 48 mortes foram relatadas a bordo, enquanto o Queen Mary estava em serviço como transatlântico. Entre tripulantes e passageiros, o navio fez dezenas de vítimas, além dos muitos rumores de assassinatos e mortes inexplicáveis. Algumas das principais histórias são a de uma menina afogada na piscina da primeira classe que passou a assombrar os visitantes do Queen Mary, e o de um tripulante que foi tragicamente esmagado em uma porta hermética, cujo fantasma segue circulando pela sala de máquinas.

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Sobre o autor: Maurício Araya é jornalista profissional (DRT-MA nº 1.139), com ênfase em produção de conteúdo para Web, edição de fotos e vídeos e desenvolvimento de infográficos; com passagem pelas redações do Imirante.com e g1 no Maranhão; e vencedor, por dois anos (2014 e 2015), da etapa estadual do Prêmio Sebrae de Jornalismo, na categoria Webjornalismo. Saiba mais

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