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Dúvidas sobre uso do protetor solar facial? Veja 10 mitos e verdades

Produto é indispensável na rotina de cuidados com a pele, já que previne aparecimento de sinais de envelhecimento e câncer de pele.

Ainda que ele seja presença obrigatória no nécessaire, o protetor solar ainda cria muitas dúvidas sobre como e quando usá-lo. A dermatologista Glaucia Ferreira Wedy, a convite da Profuse, marca de dermocosméticos do Aché Laboratórios, desvenda 10 mitos e verdades sobre esse produto essencial para os dias mais quentes do ano.

Produto é indispensável na rotina de cuidados com a pele
Kindel Media/Pexels

Preciso usar o protetor solar apenas em dias de sol

Mito - o protetor solar deve ser aplicado diariamente, mesmo em dias nublados e chuvosos. Isso porque, mesmo que não sejam vistos, os raios solares continuam incidindo e afetando a pele.

Não preciso usar protetor solar dentro de casa

Mito - É importante usar protetor solar em ambientes fechados, já que esses lugares têm alta luminosidade, conhecida como luz visível, um tipo de radiação que pode provocar marcas escurecidas, queimaduras e envelhecimento cutâneo, explica a dermatologista.

A dose correta de protetor solar é de três dedos

Verdade - a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) recomenda que as pessoas apliquem 2 mg de protetor solar por centímetro quadrado - o equivalente a uma colher de chá, no rosto, pescoço e cabeça. Uma regra simples para aplicar a quantidade ideal é colocar o produto linearmente nos três dedos do meio da mão, afirma a doutora Glaucia.

É essencial reaplicar o protetor no decorrer do dia

Verdade - o produto deve ser reaplicado a cada três horas no dia a dia. Porém, caso haja transpiração excessiva, exposição solar prolongada ou contato com a água, como mar e piscina, a recomendação é reforçar a proteção solar a cada duas horas.

Quanto maior o FPS, maior a proteção

Verdade - Estudos mostram que o índice de absorção da radiação UVB é menor se o FPS do filtro solar for maior. O tempo de duração da proteção também será maior, assinala a dermatologista. Vale lembrar que a recomendação da SBD é que o FPS seja de no mínimo 30.

Pele negra não precisa de protetor solar

Mito - Apesar da pele negra possuir uma maior concentração de melanina, pigmento que dá cor à pele, ela não está imune às alterações causadas pela radiação ultravioleta no DNA das células, causando marcas escurecidas, como melasma e hipercromias pós-inflamatórias, câncer de pele, envelhecimento precoce, entre outros problemas, alerta a doutora Glaucia.

Não posso espalhar muito o protetor no rosto

Mito - segundo a especialista, o protetor solar deve ser espalhado uniformemente na pele desde que a quantidade correta seja respeitada.

Maquiagem e hidratante com FPS não substituem o protetor

Verdade - esses produtos normalmente não têm alta proteção contra os raios UVA e UVB, a luz visível e os raios infravermelhos. Além disso, a quantidade que as pessoas aplicam desses produtos não costuma ser suficiente para atingir a proteção adequada, adiciona a dermatologista.

Protetor solar em pó não substitui o creme

Verdade - mbora essa categoria de protetor proteja contra os raios solares, não há regulamentação sobre a quantidade necessária e a eficácia. Por isso, é necessário usar um protetor líquido ou creme antes da versão em pó. Eles são, no entanto, recomendados para reaplicação ao longo do dia, porque são mais fáceis de carregar e aplicar.

Não posso usar o protetor corporal no rosto

Mito - a proteção solar das duas versões é a mesma. Contudo, a pele do rosto costuma ser mais oleosa, devido ao maior número de glândulas sebáceas. Os produtos faciais tendem a ter ingredientes para o controle de oleosidade, acne e de hidratação adequados a essa região. Já os protetores corporais podem ser um pouco mais oleosos, conclui a dermatologista Glaucia Ferreira Wedy.

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Sobre o autor: Maurício Araya é jornalista profissional (DRT-MA nº 1.139), com ênfase em produção de conteúdo para Web, edição de fotos e vídeos e desenvolvimento de infográficos; com passagem pelas redações do Imirante.com e g1 no Maranhão; e vencedor, por dois anos (2014 e 2015), da etapa estadual do Prêmio Sebrae de Jornalismo, na categoria Webjornalismo. Saiba mais

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